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Sombras, Fantasmas que agarram, Aglutinam. Moribundos penados Ecos sentidos, Turbulências sem fim. Rasga-se o corpo, Onde nada existe… Além do tacto Cego no horizonte do olhar. Não se sente, Com o passar do tempo, Morre-se lentamente, Como o lento morrer dos dias. Prenúncios, Janela quebrada…. Em labirintos do ser, Sangue que cai, Do cume de flores que choram. Eclipses… Muros que cercam, Grilhões que prendem, Num grito mudo, Silêncio… Talvez. Quebro a asa negra, Como um anjo caído… E ali fico, Parado… Há espera… Que as horas se invertam, E que a porta, Se abra novamente…

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